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Cores para Krishnamurti e Allan Kardec

 

– Despertei como sempre, a luz do dia já tomando espaço em meu quarto e junto um friozinho acolhedor convidava-me a permanecer na cama ali, confortavelmente deitada.

– Enquanto vasculhava minha mente razões para justificar minha preguiça, a voz doce e alegre de minha mãe chegou à minha memória cantando…

– Acorda Maria bonita levanta vem fazer café que o dia já vem raiando…

– Levantei alegre com a carinhosa lembrança de minha mãe, mas outra coisa também me chamou a atenção, a que a minha preguiça para levantar ao amanhecer, vinha de desde sempre.

– Curioso pensei! Sempre tive dificuldade para levantar, mas depois de estar em pé um pique e disposição admirável.

– É certo que somar observações a nosso respeito é coisa comum em todos que buscam o autoconhecimento e aquela manhã prometia ser ricamente reflexiva.

– Chegando ao jardim, deparei-me admirando o azul celeste que estampava o amanhecer, beleza que se igualava somente com as cores amarelas das araras e o vermelho carmim dos pica-paus que carinhosamente vieram encantar meus olhos, meu dia.

– Agradecia a oportunidade de usufruir de magnífica beleza presentes nas cores e formas, e outra pergunta sondou minha mente.

– O céu é azul, os pássaros amarelos, vermelhos e outras cores mais, mas e a preguiça? Será que a preguiça tem cor?

– O que seria preguiça? Medo de enfrentar o dia? Qual o peso a infração de sentir preguiça poderia causar em meu corpo?

– Nos livros, grandes enredos, vêm sendo elaborados onde a inveja, a cobiça, preguiça e outros sentimentos negativos se contrapõem com o amor, ética e nobreza de sentimentos.

– Busquei ajuda nos avanços tecnológicos, afinal ele têm facilitado a minha vida e de tantos outros e hoje muitos questionamentos são respondidos no Google.

– Iniciei pesquisando sobre o poder e força das cores, cores das auras, chacras e ate mesmo nas famosas fotos kirlian.

Cores para Krishnamurti e Allan Kardec

– A conclusão foi que: Doenças e dissonâncias são criadas pelo próprio ser humano através de sentimentos negativos, onde todos os sentimentos possuem cores especificas manifestadas na aura, expandindo seu magnetismo ou na formação de manchas e rupturas.

– Os sentimentos provem dos chacras que em desequilíbrio psico-físico, deixam de girar no sentido horário que é o movimento galáctico e passam a girar no sentido anti- horário modificando dessa forma a sua cor natural comprometendo a sua qualidade de vida e planetária.

– Nossa! Quanta responsabilidade possui o ser humano sobre si no universo.

Cores para Krishnamurti e Allan Kardec 1

– Os sentimentos são lançados a todo instante de nosso corpo físico no aspecto de gases ou vapores, inclusive os feromônios, vapores cujo odor promove a atração sexual entre os homens e mulheres, dessa forma conclui-se que as cores produzidas pelos sentimentos também possuem aromas.

– Já o sentimento do amor gira no sentido horário e além de possuir a capacidade de proteger o campo áurico e expandi-lo é auto-curativo criativo, bálsamo poderosíssimo para os que permite deixá-lo fluir, dissolvendo completamente conflitos emocionais, stress, fadigas, depressão, fobias, inflamações, infecções, estados degenerativos, intoxicações físicas, emocionais, psíquica despertando a paranormalidade, entre outros.

Puxa! Como é poderosa a manifestação amorosa.

– Minha curiosidade me levou investigar as cores áuricas de pessoas como krishnamurt e Allan Kardec, personagens entre outros que descreveram suas historias pela sua infinita manifestação amorosa.

Cores para Krishnamurti e Allan Kardec 2

Krishnamurt, indiano, filósofo, escritor e educador, extraordinário instrutor espiritual e mestre conhecido por ser inteiramente descomprometido, destacou sobre a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento e da prática correta da meditação ao homem liberto de toda e qualquer forma de autoridade.

– Também afirmou que: A meditação é libertar a mente de toda desonestidade, já que o pensamento gera desonestidade onde no seu esforço para ser honesto, é comparativo e, portanto, desonesto. Meditação é o movimento dessa honestidade no silêncio.

– Resumiria dizendo:

– Somos indivíduos individuais e que libertos das comparações, vivendo o momento presente emanamos amorosamente.

– A meu ver as afirmações de Krishnamurt são extremamente futuristas e não somente além de seu tempo, mas da atual, uma forma aquariana de saborear a vida.

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Já sobre Allan Kardec que é o pseudônimo adotado pelo Prof. Francês Rivail, que lecionava aritmética, química, matemática, astronomia, fisiologia, oratória, anatomia comparada, francês e magnetismo, também poliglota e tradutor e escritor de diversas obras em idiomas como o inglês e alemão.

– E que apesar de ser conhecido por não se deixar levar por modismos e também por ser estudioso do magnetismo humano, defendia que todos os acontecidos poderiam estar ligados à ação das próprias pessoas envolvidas, e não de uma possível intervenção espiritual, tornou-se o codificador da Doutrina Espírita depois de tomar conhecimento do fenômeno da escrita mediúnica, a psicografia.

– Comunicava-se com os espíritos e através de informações recebidas por eles, reuniu, codificou e sistematizou, textos auferidos por diversos médiuns, obras que resumem as leis da Doutrina Espírita.

Em uma de suas afirmações diz:

– Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação.

– Aqui descrevo uma breve característica de dois ilustres personagens históricos, conhecidos por elevado potencial espiritual, cuja força magnética áurica ainda hoje é capaz de reunir infinitos seguidores, sendo que a aura humana é a responsável pela atração e repulsão de pessoas.

– Acredito que apesar de krishnamurt destacar-se por sua extrema espiritualidade e Allan Kardec por sua extraordinária capacidade mental, suas cores áuricas assemelham-se, já que segundo estudos contemporâneos, mostram que a formação da aura se realiza em sucessivas camadas de energias relacionadas diretamente com os setes centros psíquicos do ser humano, conhecidos como chacras, lembrando que as cores fluidas sobre o aspecto de vapor são criadas pelo homem através de seus sentimentos.

– Cada camada da aura revela a natureza energética do homem e tem funções específicas de interatividade entre o meio ambiente, emoções e sua evolução espiritual e não possui apenas uma cor e sim combinações infinitas que se modificam ao seu estado mental, emocional e físico do momento.

– A aura espiritual diferencia o homem dos demais seres e justifica que há uma existência espiritual, retrata a evolução do homem, e quanto mais instruído, evoluído mental e espiritual, mais elevadas são as suas vibrações e é interessante lembrar que é a alma que possui um corpo físico e corpos de energia em evolução e não o contrário.

– Os estudos também mostram que no decorrer de nossa existência e de nossa evolução espiritual, mental, emocional, a aura vai adquirindo uma complexidade de cores, e quando se aprende a desenvolver esses centros de energia vamos gradualmente tornando-nos pessoas melhores, com pensamentos elevados, atraindo energias positivas e sucesso na vida.

Cores para Krishnamurti e Allan Kardec 4

– Depois desse estudo compreendo que apesar dos santos e mestres cósmicos, que são seres com alta evolução espiritual, serem representados em quadros com uma aura dourada em torno da cabeça e de que a cor dourada ser relacionada à elevação das consciências acredito que as cores áuricas para Krishnamurt e Allan Kardec, além da predominância dourada seja de um lindo arco Iris.

– Bem! Mas o que originou todo esse debate interior que apresento aqui para vocês foi a minha curiosidade sobre a cor da minha preguiça.

– A minha preguiçinha possui tons rosa, azul, verde, dourado e pode ser comparada a pausa necessária para a reflexão evolutiva e já que agora compreendo melhor sobre a importância das cores, os beijos que deixo aqui são de luz.

Por Júninha Magalhães